# Riqueza, o que preciso saber para alcançá-la

Alcançar a riqueza é o desejo da grande maioria das pessoas. Mais do que as atitudes e diferenciais das pessoas que chegam lá, há quem acredita que haja uma fórmula mágica para atingir esse sonho. Mas, qual será essa fórmula mágica? Temo que ela não exista (o que é bom!) e vou deixar minha opinião neste sentido.

Em primeiro lugar, o significado de riqueza é normalmente diferente para cada pessoa. Alguns se consideram ricos por ter disposição e saúde; outros consideram riqueza ter um grande patrimônio e usufruir com responsabilidade do que foi alcançado; outros se consideram ricos porque conseguem equilibrar trabalho e vida pessoal.

Está claro que muitos caminham em uma rota totalmente diferente do que realmente desejam, tendo que conviver com frustrações e dificuldades. Essa realidade se apresenta muito provavelmente porque tais pessoas não decidiram o que realmente querem da vida: falta comprometimento e disciplina para colocar em prática mudanças de grande valor.
No artigo ”Sucesso, riqueza e bem estar: só iniciativa não basta para vencer ”o autor Conrado Navarro toca em um ponto muito importante: “Imprimir novos hábitos e definir prioridades são tarefas que oferecem desafios individuais diferentes. Em outras palavras, o que é fácil para um pode não ser para o outro”.

Outro artigo do site Dinheirama define 5 etapas importantes na construção de um sólido planejamento para o caminho da riqueza. Vejamos:

1- Etapa do convencimento pessoal. Convencer a si mesmo de que é possível e preciso mudar a vida financeira para melhor é um dos grandes problemas daqueles que hoje não vislumbram qualquer possibilidade de acumular riqueza. A forma como muitas pessoas pensam o dinheiro é uma das principais causas de insucesso da administração financeira pessoal;

2- Etapa do conhecimento financeiro. Depois de reconhecer a importância da educação financeira, vem a necessidade de conhecer alguns conceitos financeiros básicos para a construção da riqueza. Compreender a diferença de balanço patrimonial e fluxo de caixa, por exemplo, é essencial – tais conceitos trazem consigo a essência do sucesso financeiro;

3- Etapa da definição de objetivos. Será muito difícil uma pessoa abrir mão de consumir algo hoje se não encontrar inspiração no ato de poupar. Uso a palavra inspiração porque os objetivos nos fazem ter atitudes mais racionais, à medida que minhas ações de restrição hoje estão amparadas em conquistas maiores no futuro;

4- Etapa da mudança de hábitos. Isso significa conseguir viver dentro de suas possibilidades financeiras (padrão de vida), eliminando gastos supérfluos e o pagamento de juros de financiamentos e empréstimos, além de incorporar uma visão proativa em relação às oportunidades que o mercado lhe oferece. A palavra-chave é: disciplina;

5- Etapa dos investimentos. A sobra de dinheiro advinda de sua renda deve ser investida em ativos que façam aumentar seu patrimônio. Isso pode ser feito investindo em negócio próprio, no mercado imobiliário ou em produtos financeiros, como fundos de investimentos, títulos do governo, ações de empresas etc.

A conclusão que chego é bem óbvia: mais difícil do que alcançar a riqueza e o sucesso financeiro é encontrar o significado individual do conceito de riqueza. No final das contas, o que faz a diferença é felicidade – e isso não tem preço.

                                                             Everton Vieira @EvertonVieiraB

# Novo presidente deve enfatizar mudanças climáticas

Uma política de mudanças climáticas responsável e eficiente deveria ser o foco principal dos candidatos a presidente. A razão é a abrangência do tema que envolve pontos nevrálgicos de qualquer regulação ambiental. Entre eles, o desmatamento de nossas florestas, a emissão de gases poluentes e do efeito estufa, urbanização intensiva, resíduos sólidos, saneamento básico e poluição hídrica.

Não ao retrocesso ambiental

Por muitos anos, a legislação ambiental do Brasil teve posição de vanguarda.

A adoção do princípio da responsabilidade civil objetiva do poluidor (obrigação de reparar o dano independentemente de culpa do poluidor) data de 1981.

Enquanto a Alemanha ainda discutia a legitimidade processual dos lobos-do-mar do Mar do Norte em ações judiciais, desde 1985 o Brasil contava com o instituto da ação civil pública, legitimando extraordinariamente o Ministério Público, o Estado e as ONGs a promoverem a defesa do meio ambiente em juízo.

Em 1988, fomos muito além de qualquer outro país do planeta na defesa constitucional do meio ambiente, prevendo a responsabilidade penal da empresa poluidora, a educação ambiental em todos os níveis de ensino, a proibição de práticas cruéis contra os animais, a obrigatoriedade de criação de unidades de conservação e muito mais.

Em 1992, sediamos a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, ocasião em que foram assinadas as duas mais importantes convenções internacionais sobre meio ambiente: a Convenção de Diversidade Biológica e a Convenção de Mudanças Climáticas.

Estes diplomas e as leis editadas na década de 1990 ( Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação, Lei da Política Nacional de Recursos Hídricos, primeira Lei de Biossegurança) fizeram do Direito Ambiental Brasileiro um modelo a ser seguido pelo resto do planeta.

No entanto, este quadro promissor foi ofuscado nos últimos anos por gravíssimos retrocessos, dentre os quais o novo Código Florestal - símbolo maior da impunidade dos degradadores.

Em 2007, cientistas reunidos no Painel Intergovernamental de Alterações Climáticas, apontaram evidências de que a principal causa das mudanças do clima é, efetivamente, a ação do homem no planeta.

O que espero da nova Presidência da República é que reverta urgentemente esta tendência deplorável recente e assuma as responsabilidades impostas pelo atual momento histórico pelo qual passa o planeta.

Por uma posição de liderança na área ambiental

As alterações do clima no planeta, decorrentes da atividade humana, impõem a adoção de uma conduta responsável na ordem econômica efetivamente comprometida com os direitos das futuras gerações.

Compartilho com o prof. Fernando C. Walcacer, da Faculdade de Direito da PUC-Rio, as esperança de que “a nova Presidência assuma um papel de liderança na área das mudanças climáticas, não só no país mas no planeta, assumindo compromissos efetivos com o desenvolvimento sustentável que garantam um mínimo de qualidade de vida às gerações futuras”.

Esta também é a visão é de Vladimir Passos de Freitas, professor da PUC-PR, que igualmente manifesta preocupação com o tema e espera da nova presidência da República “que na área ambiental torne o Plano Nacional Sobre Mudança do climauma realidade”.

Será necessário repensar a política agropecuária e as matrizes energéticas, adotando modelos sustentáveis de produção e consumo. Será preciso dialogar com os setores que há cinco séculos defendem a monocultura e a pecuária extensiva e que enxergam na proteção da biodiversidade um entrave para o lucro empresarial. Será imprescindível responder às exigências dos conglomerados urbanos e evoluir nas áreas do saneamento básico e de resíduos sólidos.

Como muito bem ressalta Márcia Dieguez Leuzinger, presidente do Instituto Brasileiro de Advocacia Pública e professora de Direito Ambiental da UNICEUB-DF, “(…) a inércia em implementar políticas de adaptação às mudanças climáticas oferece um panorama negativo do atual governo. Diante desse quadro, espero que o próximo Presidente da República seja sensível à questão ambiental e incorpore, definitivamente, na agenda política interna, não apenas a discussão sobre os problemas afetos ao meio ambiente, mas principalmente a formulação e implementação de políticas ambientais transversais, que permeiem toda a Administração Pública, e que sejam capazes de nos preparar para enfrentar as graves consequências ambientais causadas pelas ações irresponsáveis de seus antecessores”.

Chegamos a um ponto de inflexão. O que está em jogo é a sobrevivência da humanidade. A luta pela água e o enfrentamento da questão relativa aos refugiados ambientais serão constantes cada vez mais marcantes nos próximos anos e décadas.

Espera-se, assim, que em todos os setores da economia esteja presente uma análise sob a perspectiva de uma Política Nacional de Mudanças Climáticas responsável e que, por ocasião da COP 21 (Paris/2015), o Brasil assuma a liderança no novo acordo global de redução da emissão de gases de efeito estufa.

                                                             Everton Vieira @EvertonVieiraB

# Como tornar seu negócio ecológico

Tudo se inicia com uma medida básica, como redução no consumo de energia e água. Depois, vem a análise do impacto ambiental da empresa. Dá para mudar algum processo sem gastar dinheiro? Sim, sempre dá. É só reaproveitar algum material desperdiçado no ciclo do negócio. Mas algumas atitudes, mais ousadas, exigem aportes de recursos. No final da escala de uma empresa que realmente deseja se tornar verde, é possível até influenciar fornecedores e clientes a também transformarem a sua forma de agir- e inovar. É possível percorrer esse caminho com corte de gastos, ganho de produtividade e melhor posicionamento de mercado, como mostram os cincos exemplos.

1- Práticas básicas:

O que fazer: aprimorar hábitos cotidianos no escritório, como economizar água e energia e usar material reciclado.

2- Mudanças no negócio sem investimento:

O que fazer: buscar alternativas para reduzir o impacto ambiental sem precisar gastar- como reaproveitamento de materiais.

3- Mudanças no negócio com investimento: 

O que fazer: desenvolver projetos e dedicar recursos à redução do impacto ambiental do negócio.

4- Fornecedor sustentável:

O que fazer: avaliar a quantidade do material dos fornecedores e criar políticas de incentivo sustentável a essas empresas.

5- Inovação ecológica:

O que Fazer: desenvolver produtos com baixo impacto ambiental que proporcionem um diferencial no negócio.

”Ser sustentável a partir de um projeto inovador é a chave para fidelizar clientes, e ganhar da concorrência.”

                                                             Everton Vieira @EvertonVieiraB

# 7 dicas Para Um Bom Plano de Negócio Simplificado

” Quanto mais complexo for seu plano de negócio, maior e a chance de fracassar.”

Para ter sucesso em sua empresa e necessário elaborar um bom Plano de negócio. uma Grande dica e evitar plano complexos de negócio, seja mais simples, procure um modelo de negócio já testado e comprovado.

” Evite Complexidade.”

7 dicas Para Um Bom Plano de Negócio Simplificado:

1 - Marketing e Distribuição:

Como é que as pessoas vão saber que você existe?

Coloque em seu planejamento um plano detalhado de:

Marketing, Comunicação, Distribuição, Aquisição de Novos Clientes.

2 - Matéria Prima e Fornecedores:

Onde você vai encontra os insumos necessários para produzir seu produto ou oferecer o seu serviço?

Esses Fornecedores são Confiáveis?

3 - Produção:

Qual é a estratégica para que você execute bem seus serviços?

O que deve ser delegado terceirizado?

O que é segredo da sua empresa que não deve ir para fora?

4 - Diferencial:

Qual é a sua proposta única de valor?

O que faz você se destacar dos demais que já existem e estão bem posicionados?

5 - Precificação:

Que mecanismo você utiliza para encontra o preço ideal para o seu produto ou serviço?

Como sua fórmula de precificação considera elementos como: -Mudança de poder aquisitivo, quantidade de concorrentes, custo de produção, mudanças inesperadas na legislação tributária.

6 - Escala:

Como é que você pode automatizar o seu sistema e produzir em escala de massa. 

7 - Barreiras de Entradas:

Como fazer para que seu negócio sempre esteja adiante?

Sempre Inovando?

Que alternativas jurídicas você pode utilizar para proteger o seu método, o seu produto, a sua marca?

Que elementos tecnológicos você pode utilizar para evitar que seus concorrentes entenderem o segredo do seu produto ou serviço?

Após questionar e avaliar cuidadosamente estes pontos você já pode dar o primeiro passo em direção do seu negócio, rumo ao sucesso.

                                                             Everton Vieira @EvertonVieiraB

3 notas

# Apple anuncia iPhone 6

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A Apple está prestes a revelar a sua próxima grande coisa terça-feira em uma tentativa crucial para provar suas tastemakers tecnológicos ainda tem o poder de hipnotizar as massas.

A empresa de definição de tendência deverá despertar o mercado ainda adormecida para computadores portáteis com um SmartWatch ou pulseira equipada para monitorar a saúde, ajudar a gerenciar casas e até mesmo comprar a mercadoria.

A Apple é uma chegada tardia a este relativamente novo nicho: várias outras empresas já vendem smartwatches que estão sendo recebidos com indiferença generalizada.
Se qualquer empresa pode transformar a paisagem, é provável que seja Apple Inc. Após a empresa mudou a direção da tecnologia digital com o iPod, iPhone e iPad. Outros players de música MP3, smartphones e computadores tablet foram pela primeira vez ao mercado, mas os dispositivos não encantar o consumidor até que a Apple imbuído-los com uma sensação de elegância, praticidade e magia.

"Isso significa mais para nós do que acertar do que ser o primeiro," CEO da Apple, Tim Cook explicou aos analistas no início deste ano.

Apple é provável que fornecem a primeira olhada no seu dispositivo wearable em um evento programado para começar às 10 horas (14 horas) Horário de Brasília -  PDT no mesmo auditório do Vale do Silício, onde co-fundador da Apple tarde, Steve Jobs, revelou o computador Mac de mudança de indústria há 25 anos.

Os rumores têm rodado que U2, um dos grupos musicais favoritos de Jobs, vai se apresentar ao vivo para promover o seu novo álbum, assim como a mais recente gadgets da Apple, que é provável que incluem um iPhone com uma tela maior.

Como de costume, a Apple não disse o que está na torneira, embora os altos executivos da empresa têm prometido repetidamente grandes avanços sem fornecer mais detalhes.

"A localização sugere que este será um evento histórico e o aspecto histórico será o seu movimento em uma nova categoria", previu o analista de tecnologia e de longa data observador da Apple Tim Bajarin.

Após vislumbre de terça-feira, ele ainda pode ser de vários meses antes que as pessoas têm a oportunidade de usar o dispositivo. Há especulações de que o SmartWatch não estará disponível até o início do próximo ano, embora a Apple é esperado para tomar decisões durante a temporada de compras natalinas.

A SmartWatch ou pulseira de alta tecnologia que marca a primeira vez que a Apple Inc. lançou um nova linha de produtos desde o lançamento do iPad quase quatro anos e meia atrás. Nesse tempo, o Cupertino, Califórnia, a empresa, foi enfeitar a sua seleção de iPhones, iPads e Macs com novos modelos a cada ano desde Jobs morreu em outubro de 2011 depois de uma longa batalha contra o câncer.

O vazio inovação levantou questões sobre se a criatividade da Apple estava desaparecendo sob Cook, sucessor escolhido a dedo de Jobs.

Essas preocupações têm diminuído nos últimos meses, em meio grandes esperanças para os produtos Apple alinharam para a temporada de compras natalinas. O fervor impulsionou as ações da Apple para novas altas na semana passada, um balanço dramático no sentimento de 17 meses atrás, quando as ações foram negociadas cerca de 44 por cento abaixo dos níveis atuais. As ações fecharam para baixo a menos de 1 por cento, a 98,35 dólares nas negociações de segunda-feira.

Mesmo com toda a expectativa em torno do SmartWatch potencial, a próxima geração do iPhone ainda vai ser a estrela do show de terça-feira, assim como a principal fonte de lucros da Apple, pelo menos no próximo ano.

O dispositivo, que provavelmente será chamado de iPhone 6, é esperado para caracterizar uma spanning tela, pelo menos, 4,7 polegadas na diagonal, a partir da tela de 4 polegadas dos modelos anteriores lançados nos últimos dois anos. Alguns analistas têm especulado a Apple também pode oferecer um modelo de iPhone com uma tela de 5,5 polegadas.

Qualquer aumento significativo no tamanho do iPhone iria tornar o dispositivo mais competitivo com smartphones feitos pela Samsung Electronics e outras rivais, e praticamente garantir que a Apple teria um dos itens da temporada de férias mais quentes de venda. “Não é incrível demanda reprimida para a tela maior do iPhone”, disse Bajarin.

Além de uma tela maior, o novo iPhone é esperado para incluir um chip de comunicação de campo próximo que iria permitir que o dispositivo para transmitir informações de pagamento sem fio para receptores em lojas de check-in arquibancadas. A tecnologia deverá ser acompanhada com um recurso de carteira móvel que bate em mais de 800 milhões de números de conta de cartão de crédito que os usuários armazenam em servidores remotos da Apple para comprar músicas, vídeos e aplicativos a partir de suas lojas iTunes. A carteira móvel pode ser fixada com um leitor de impressão digital que a Apple introduziu no ano passado sobre o iPhone 5S.

A carteira móvel concebivelmente poderiam também trabalhar em uma pulseira SmartWatch ou high-tech.

Mais recente software móvel da Apple para o iPhone 6 e outros modelos recentes, iOS 8, inclui também dois recursos chamados HealthKit e HomeKit que representam o próximo passo na companhia de desempenhar um papel ainda maior na vida das pessoas que estavam amarrados aos seus dispositivos. As ferramentas são projetadas para transformar os produtos da Apple em um conjunto de servos digitais que fazem tudo, desde o monitoramento de hábitos alimentares de uma pessoa e rotinas de exercícios para ligar a máquina de café da manhã para desligar as luzes durante a noite.

Se a Apple segue suas tradições recentes, o software iOS 8 livre será lançado pouco antes do iPhone 6 chega às lojas no final deste mês.

Fonte: Fox 11 Los Angeles 

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                                                            Everton Vieira  @EvertonVieiraB

Brasil, o país onde os impostos fazem menos pela população

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Um estudo com 30 países divulgado pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação) mostra que o Brasil é o país onde os impostos arrecadados menos se convertem em serviços para a população. Para calcular as posições de cada país, o IBPT criou um índice, o IRBES (Índice de Retorno De Bem Estar à Sociedade). As posições de cada país no IRBES foram calculadas com base em dados econômicos (carga tributária) e sociais (IDH).  É a 5ª vez consecutiva que o Brasil aparece em último no ranking.

Fonte: Revista Veja.

                                                             Everton Vieira @EvertonVieiraB

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#Arrecadação de impostos que o brasileiro Paga

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Brasil: Isto é quanto o brasileiro já pagou de tributos de 01/01/2014 até 08/09/2014 R$1.120.154.397.912,70

Você sabia que com o valor dos impostos que o brasileiro paga, é possível:

Construir mais de 23.335.918 postos policiais equipados.
Contratar mais de 69.572.983 policiais por ano.
Contratar mais de 83.967.494 professores do ensino fundamental por ano
Comprar mais de 41.486.195 carros populares
Construir mais de 12.175.302 km de redes de esgoto.
Construir mais de 32.003.667 casas populares de 40 m2.
Construir mais de 81.168.758 salas de aula equipadas.
Construir mais de 974.026 km asfaltado de estradas
Pagar 74.795 meses a conta de luz de todos os brasileiros
Comprar mais de 560.065.229 TVs de Led
A arrecadação de tributos corresponde a 933.442.825 Notebooks
Comprar mais de 13.914.690 ambulâncias equipadas.
Construir mais de 3.889.352 postos de saúde equipados.

Fonte: http://impostometro.com.br

                                                             Everton Vieira @EvertonVieiraB

 

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sonymusicbrasil:

Feliz ‪dia da #IndependênciaDoBrasil‬! :)
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4 notas

# Planejamento Estratégico

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Um dos fatores de sucesso das empresas é possuir um bom planejamento. Mas o que é planejamento? Nós planejamos diariamente, planejamos nossas atividades, nossas finanças, até a nossa vida pessoal e familiar. Portanto, podemos dizer que planejar é decidir antecipadamente o que fazer, como fazer, quando fazer e com que recursos.

As 7 Etapas do planejamento estratégico 

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1.Definir: visão e missão do negócio 

Visão 
É a direção em que a empresa pretende seguir, ou ainda, um quadro do que a empresa deseja ser. Deve refletir as aspirações da empresa e suas crenças.

Fórmula base para definição da visão:
Verbo em perspectiva futura + objetivos desafiadores + até quando.

Missão 
A declaração de missão da empresa deve refletir a razão de ser da empresa, qual o seu propósito e o que a empresa faz.

Fórmula base para definição da Missão:
Fazer o quê + Para quem (qual o público?) + De que forma.


2. Analisar o ambiente externo 

Uma vez declarada a visão e missão da empresa, seus dirigentes devem conhecer as partes do  ambiente que precisam monitorar para atingir suas metas. É preciso analisar as forças  macroambientais (demográficas, econômicas, tecnológicas, políticas, legais, sociais e culturais) e os atores microambientais (consumidores, concorrentes, canais de distribuição, fornecedores) que afetam sua habilidade de obter lucro.

Oportunidades
Um importante propósito da análise ambiental é identificar novas oportunidades de marketing e mercado. 

Ameaças

Ameaça ambiental é um desafio decorrente de uma tendência desfavorável que levaria a deterioração das vendas ou lucro. 

3. Analisar o ambiente interno

Você saberia dizer quais são as qualidades e o que pode ou deve ser melhorado na sua empresa? Esses são os pontos fortes/forças e fracos/fraquezas do seu negócio.


4. Analisar a situação atual 

Depois de identificados os pontos fortes e pontos fracos e analisadas as oportunidades e ameaças, pode-se obter a matriz FOFA (fortalezas, oportunidades, fraquezas e ameaças) ou SWOT (strengths, weaknesses, opportunities e threats). Inclua os pontos fortes e fracos de sua empresa, juntamente com as oportunidades e ameaças do setor, em cada uma das quatro caixas:

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A análise FOFA fornece uma orientação estratégica útil.

5. Definir objetivos e Metas

São elementos que identificam de forma clara e precisa o que a empresa deseja e pretende alcançar. A partir dos objetivos e de todos os dados levantados acima, são definidas as metas. 

As Metas existem para monitorar o progresso da empresa. Para cada meta existe normalmente um plano operacional, que é o conjunto de ações necessárias para atingi-la;Toda meta, ao ser definida, deve conter a unidade de medida e onde se pretende chegar.

6. Formular e Implementar a estratégia 

Até aqui, você definiu a missão e visão do seu negócio e definiu metas e objetivos visando atender sua missão em direção à visão declarada. Agora, é necessário definir-se um plano para se atingir as metas estabelecidas, ou seja, a empresa precisa de uma formulação de estratégias para serem implantadas.

 Após o desenvolvimento das principais estratégias da empresa, deve-se adotar programas de apoio detalhados com responsáveis, áreas envolvidas, recursos e prazos definidos.

7. Gerar Feedback e Controlar

À medida que implementa sua estratégia, a empresa precisa rastrear os resultados e monitorar os novos desenvolvimentos nos ambientes interno e externo. Alguns ambientes mantêm-se estáveis de um ano para outro. O ideal é estar sempre atento à realização das metas e estratégias, para que sua empresa possa melhorar a cada dia.

Fonte: SEBRAE-PR

                                                          Everton Vieira  @EvertonVieiraB     

 

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